“De fato, a santidade reduz-se toda a uma só coisa – a fidelidade à vontade de Deus. Ora, esta fidelidade está ao alcance de todos, tanto na sua prática ativa como no seu exercício passivo. A prática da fidelidade consiste no cumprimento das obrigações que nos são impostas. E o exercício passivo consiste na aceitação amorosa de tudo o que Deus nos envia a cada instante” (Pe. Jean-Pierre de Caussade).[1]
Caríssimos, que nossa vida seja um constante derramar-se à Deus. Abandonemos nossa alma à Providência Divina:
“Ó meu Deus, eu não sei o que hoje me há de suceder, ignoro-o por completo; mas sei certamente que nada poderá acontecer-me que Tu não tenhas previsto, regulado e ordenado de toda a eternidade, e isto me basta. Adoro os Teus desígnios impenetráveis e eternos e a eles me submeto de todo o coração.
Quero tudo, aceito tudo e uno o meu sacrifício ao de Jesus Cristo, meu divino Salvador. Peço-Te, em Seu nome e pelos Seus merecimentos infinitos, paciência nas minhas penas e submissão perfeita e inteira a tudo o que me suceder segundo Teu divino beneplácito.
Assim Seja!”
[1] Do livro “O Abandono à Providência Divina” do Pe. Caussade, edição da MBC.