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Perder a vida para salvar a pureza!

Você viveria a castidade mesmo que isso te custasse a vida?

Pois bem, se queremos ganhar o Céu e fugir do fogo incessante do inferno, essa deve ser nossa postura. De que adianta vivermos todos os prazeres dessa terra se perdermos o Paraíso?

Você acha radical o pensamento de entregar sua própria vida para salvar a pureza? A vida e morte da Beata Albertina nos revela que esta radicalidade lhe fez ganhar o Céu:

Albertina Berkenbrock, nascida no interior de Santa Catarina em 1919, foi uma menina doce e muito cristã. Desde muito criança já praticava com ardor as virtudes da paciência, obediência, piedade, modéstia e recolhimento. Além disso, a frequência nos sacramentos e profunda participação na Eucaristia revelavam sua maturidade na fé.

Certo dia, um boi de seu pai escapou e ele pediu a Albertina que o fosse procurar; obediente como sempre, assim o fez. Albertina perguntou à seu vizinho Manuel, mais conhecido como Maneco, se havia visto o animal. Ele respondeu que sim e se ofereceu para procurá-lo com a menina.

Ao final da estrada, Maneco diz para Albertina se deitar com ele e ela nega por amor a Deus e a santa pureza.

O homem então pegou-a pelos cabelos e cortou seu pescoço com um canivete. A jovem mártir morreu imediatamente, aos 12 anos de idade.

Que o exemplo de Albertina, Beata brasileira, nos ajude a tomarmos a decisão de ser fiéis ao plano de amor que Deus tem para nós.

Beata Albertina, rogai por nós!

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