Salve Maria, jovens! nesta aula falaremos da castidade na vida dos namorados e noivos.
Um dia um amigo me ensinou: “Ao beijar, lembrar ou abraçar sua namorada, imagine Cristo Crucificado. Se imagine beijando Cristo Crucificado. Como você o faria?”
⠀
Só este ensinamento já seria o suficiente para nós, já norteia todas as atitudes, pensamentos e ações.
⠀
É crucial neste estado de vida, seja namorando ou no noivado, que se fuja das ocasiões de pecado. Não tem sentido juntar lenha e jogar gasolina se não vai acender a fogueira.
É de extrema importância a decisão, pois para viver a castidade no namoro ou no noivado, é preciso que os dois estejam decididos e acima de tudo, lutem juntos pelo mesmo propósito.
“Enquanto vivemos, lutamos; se continuarmos a lutar, é sinal de que não nos renderemos e de que o Espírito bom habitará em nós. E se a morte não o encontrar como vencedor, deve encontrá-lo como lutador”. – Santo Agostinho
Sendo claro, deve-se total respeito ao corpo do outro – e ao próprio corpo – que são templos do Espírito Santo. Mais do que evitar toques e ações “quentes”, deve-se também cuidar da forma de falar, de olhar, de pensar e de responder.
O mundo e a sua cobiça passam, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre. (1 João 2,17)⠀
Estes são tempos de cultivo da semente matrimonial, de partilha, oração, conversa. De tirar as máscaras e deixar que sejam saradas as feridas. De partilhar sobre o futuro, sobre a família, sobre os filhos e tudo mais que faz parte da vida afetiva e familiar.
Que tal trocar “beijos e amassos” por joelho e máscaras no chão, por orações e conversas sinceras?